*Meu Perfil*

Nome: Aparecida Azevedo......
Aniversario: 06/06......
Signo: Gêmeos, com ascendente em Áries......
Sou: Sou leal......
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Postado por: Pegasus, Cavalo Alado às 11h34
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(Mário Quintana)

Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.

Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém...
E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento...
E não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,
talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".

Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena!!!


Aniversário

 O blog da Evanir faz aniversário

http://fonteamor.com/

Este lindo texto foi retirado do blog que é da minha Madrinha Evanir

 

Sou Eu


Silvia Schmidt *humancat*

 

Aceite-me como eu sou.
Não venho com garantia...
nem tenho a pretensão,
de ser alguém perfeito.
Toda a perfeição não posso ter.
 

Eu sou como você:
sou da espécie humana,
sou capaz de errar.
O erro não é falha de caráter
e errar faz parte da Natureza Humana.
 

Eu vivo.
Eu sorrio.
Eu também aprendo!
Meu conhecimento é incompleto.
Estou na busca o tempo todo,
nas horas acordadas e nas horas de sono.
 

Eu tenho um longo caminho a ser percorrido,
assim como você também tem.
Aprendemos nossas lições pelo caminho.
Atingiremos a Sabedoria.
 

Assim, por favor,
aceite-me como sou!
Porque eu sou só eu.
Apenas eu.
 

Não há ninguém igualzinho a mim no mundo.
Esta é a única garantia que dou.
É assim que eu me sinto.
Eu tenho um coração.
Abra-me e veja-o!
Por favor , cuide bem dele.
Ele é tudo que eu sou.
Apenas eu.

Beijos de paz, luz e amor de Jesus

Evanir e Marcelo



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Postado por: Pegasus, Cavalo Alado às 11h24
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Fênix


É meio longo, mas vale pelo conhecimento.

Ave fabulosa que, segundo a mitologia, vivia durante muitos séculos e que,
depois de queimada, renascia das cinzas. Significa, também,única na sua
espécie ou gênero e superior às outras.

Na mitologia Antiga, a Fênix habitava os desertos da Arábia e vivia muitos
séculos. Era do tamanho de uma águia, tinha na cabeça uma crista brilhante,
as penas do pescoço eram douradas e as outras, de cor púrpura, a cauda
era branca com plumas encarnadas e os olhos brilhantes como estrelas.

Diz-se que, quando sentia aproximar seu fim, fazia um ninho com ramos untados
de gomas odoríferas, expunha-o aos raios do Sol, nele se abrasando. Das suas
cinzas nascia um verme, ou um ovo, segundo outros, do qual nascia uma nova Fênix,
cujo primeiro cuidado era transportar à Heliópolis e depositar, no altar do Sol,
os restos de seu pai.
Era um símbolo do Sol e, entre os egípcios, um emblema da alma.

O mito da Fênix foi popular durante a era Cristã, tendo sido interpretado como
um símbolo da Ressurreição.
A Fênix acha-se representada em um grande número de monumentos antigos e muitas
vezes como símbolo de Hermés.
Na simbologia Cristã, a Fênix é circundada de raios solares e simboliza
Jesus Cristo, morrendo e ressurgindo no terceiro dia.

Na mitologia oriental, dá-se igualmente o nome de Fênix a uma ave maravilhosa
que os chineses transformaram em símbolo da felicidade, da virtude e
da inteligência. Participam da ave o dragão, a serpente, a tartaruga e o peixe.
Na sua plumagem, brilham cinco cores sagradas.

A Fênix é também, símbolo da morte e renascimento perpétuo da natureza.

Esta ave fabulosa é o símbolo do renascimento e da ressurreição.
Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida,
em troca daquela que sacrificou pela humanidade.

No Egito, a Fênix está sempre em relação com a estrela Sothis
ou estrela de cinco pontas, ou estrela flamejante, que é pintada,
muitas vezes, ao seu lado.

Para a Rosa-Cruz, a Fênix representa a depuração da alma, a reintegração do homem
em sua Essência Divina original. Dentro da simbologia maçônica, a Fênix é usada
para representar a inviolabilidade, o Fogo Divino, inesgotável benefício de Deus.

Os Alquimistas, em sua linguagem pitoresca e Hermética, simbolizavam pela Fênix,
pelo pelicano, ou por um Jovem Rei Coroado, a Pedra Filosofal; durante as várias
fases da operação alquímica, chamada "A Grande Obra", ela adquiria a cor vermelha,
passando pelo estado de rubrificação. Diziam, então, que a Pedra é como a Fênix,
que renascia das próprias cinzas.

A antiga lenda mitológica da Fênix é muito familiar.
Dizia-se que vivia seiscentos anos no deserto, construindo, para si mesma,
uma "pira funerária" com madeiras aromáticas; que acende, abanando-a com as asas
e emergindo das chamas com uma nova vida.

A Pira representa o receptáculo onde arde o "Fogo Sagrado".
Do ponto de vista Hermético, o fogo possui as qualidades quente e seca,
que correspondem ao verão, ao meio-dia.
A cor vermelha é Tamas, vibrando em seu aspecto mais sutil.

Desde os tempos mais remotos da humanidade, o fogo tem sido adorado por todos
os povos, como símbolo da vida ou da força animadora, seja diretamente como
fogo aceso, seja como Sol.
Por isso, o fogo sempre foi sagrado.

(no próximo post, daremos continuidade sobre o encantamento e trato da Fênix)

Fênix - parte II

Fênix - parte II

Ovídio nos fala da seguinte maneira sobre a Fênix:
"A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos,
mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha.
Os assírios chamam-na de fênix.
Não vive de frutos ou de flores mas de incenso
e raízes odoríferas. Depois de ter vivido quinhentos anos,
faz os ninhos nos ramos de um carvalho ou no alto
de uma palmeira. Nele ajunta cinamomo, nardo e mirra,
e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca,
e morre, exalando o último suspiro entre os aromas.
Do corpo da ave surge uma jovem fênix, destinada a viver
tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer
e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho
(seu próprio berço e sepulcro de seu pai) e leva-o para a cidade
de Heliópolis, no Egito, depositando-o no templo do "Sol".

Tal é a narrativa de um poeta. Vejamos a de um narrador filosófico.
"No consulado de Paulo Fábio (34 de nossa era), a milagrosa ave
conhecida no mundo pelo nome de fênix, que havia desaparecido
há longo tempo, tornou a visitar o Egito" - diz Tácito.
"Era esperada em seu vôo por um grupo de diversas aves,
todas atraídas pela novidade e contemplando maravilhadas
tão bela aparição". Depois de uma descrição da ave,
que não difere muito da antecedente, embora acrescente
alguns pormenores, Tácito continua: "O primeiro cuidado
da jovem ave, logo que se empluma e pode confiar em suas asas,
é realizar os funerais do pai. Esse dever, porém, não é executado
precipitadamente. A ave ajunta uma certa quantidade de mirra, e,
para experimentar suas forças, faz freqüentes excursões,
carregando-a nas costas. Quando adquire confiança suficiente
em seu próprio vigor, leva o corpo do pai e voa com ele até o altar
do Sol, onde o deixa, para ser consumido pelas chamas odoríferas.
Outros escritores acrescentam alguns pormenores.
A mirra é compacta, em forma de um ovo, dentro do qual é encerrada
a fênix morta. Da carne da morta nasce um verme, que quando cresce
se transforma em ave. Heródoto descreve a ave, embora observe:
"Eu mesmo não a vi, exceto pintada. Parte de sua plumagem é de ouro
e parte carmesim; quanto a seu formato e tamanho são muito semelhantes
aos de uma águia."

Este ser encantado traz consigo um ensinamento valioso:
O de renascer das cinzas.

Quem já esteve em uma situação de cogitar toda sua existência
e chegou a duvidar da utilidade de sua vida pode buscar o poder
deste ser fabuloso para encontrar um novo modo de viver.

Quer seja por um grande golpe em sua alma extremamente sensível,
por um amor que não soube merecer o coração puro
e verdadeiro dos seus filhos ou por um mundo onde o poder
dominador do patriarcado, ou de toda forma de opressão,
tolheu-lhes o direito de viver plenamente sua religiosidade,
sexualidade e cidadania, encontrando um abrigo onde pode
se desenvolver e compartilhar suas experiências.

Dançando com a Fênix:
Ervas e incensos: Angélica; cânfora; Aniz.
Cores: amarelo e dourado

Material:
2 velas amarelas ou douradas
1 vela azul claro
1 vela marrom
incenso de cânfora
caldeirão com 3 dedos de água e 13 folhinhas de hortelã
bastão de amora
óleo de mirra
óleo de rosas
óleo de patchouli

O efeito esperado:
Resgatar a dignidade e o amor próprio

O Trato

Prepare antes os objetos.

Prenda a vela marrom no fundo do caldeirão.
Adicione a água até uns 3 dedos de altura
e espalhe as folhas de hortelã. Reserve.

Procure um local fechado e protegido de curiosos.
Dispa-se e trace o círculo como de costume.
Esse encantamento deve ser feito em nudez,
pois ninguém nasce ou renasce com roupas, concorda?

Sente-se de frente para o norte e unte a vela marrom,
com o óleo de mirra.

Acenda a vela marrom . De olhos fechados, comece uma busca
pelos fatores que te feriram tanto. Visualize e sinta este poder
nas mãos. Traga-o para suas mãos até que elas se fechem
e se crispem voluntariamente. É preciso que sinta este poder
bem vivo tentando te dominar, mas sem permitir que te turve
o raciocínio e a percepção. Mantenha a calma.

Após conseguir capturar esta força destrutiva, jogue-a com as mãos
dentro do caldeirão. Como se estivesse se livrando de melecas
que grudaram em seus dedos.

Respire fundo.
Acalme-se e prepare-se para entrar em contato com seu espírito.

Vire-se para o oeste e a vela azul com óleo de rosas.

Acenda a vela azul.
Visualize um lago calmo onde vc nada como uma sereia.
Não se preocupe, pois agora vc está em casa.
Revire cada recife, cada planta, pedra ou habitante deste lugar.
Descubra cada canto deste paraíso. Cada cor, cada nuance.
A água morna em sua pele. Quando estiver satisfeita,
volte para a margem e se despeça do povo das águas. Abra os olhos.

Agora, vamos reconstruir seus caminhos. Fitando a chama da vela azul,
busque soluções para suas dores, por mais absurdas que possam parecer.
Imagine como seria sua vida se vc pudesse contornar
ou resolver este problema. Assim será!

Com esta sensação de poder construtivo invadindo seu ser,
vire-se para o sul.

Agora vc está plena. Unte a vela dourada e acenda.
Vc fará um compromisso com este poder que emana do fogo
e com vc mesma. Comprometa-se a ser diferente a partir
daquele instante. Vc renasceu das próprias cinzas.
Sua dor, ao invés de te matar, te fez mais forte.
Mentalize seu espírito emanando fogo etéreo pelos poros.
Um fogo que não queima, mas que ilumina tudo ao seu redor.

Volte-se novamente para o norte e encare a vela marrom com firmeza.
O poder que antes te fazia sofrer agora nada mais é que uma fagulha
comparada ao seu poder pessoal. Com respeito, mas firme,
determine que nunca mais será abalada por essas energias.
Diga que vc aprendeu com elas, que cumpriram seu papel
e que não são mais necessárias em sua vida.
Com a varinha mágica, mexa o caldeirão em sentido anti-horário
enquanto mentaliza as energias se desintegrando e voltando
para o seio da Mãe Terra. Permita que a vela queime até que a água
apague a chama. Então mastigue algumas folhinhas de hortelã,
que agora é um antídoto contra os venenos que te consumiam
antes de seu renascimento.

Desfaça o círculo mágico como de costume.
Guarde os restos das velas.
Quando tiver oportunidade, desprograme as velas para que possam
ser novamente utilizadas a serviço da Deusa.

Seja bem-vinda a nova vida!

(extraído de sites sobre Wicca, Deusa
Mãe)


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Postado por: Pegasus, Cavalo Alado às 23h37
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Presente

da amiga Zaira Clara - http://zaira.clara.zip.net



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Postado por: Pegasus, Cavalo Alado às 17h55
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