

Nome: Aparecida Azevedo......
Aniversario: 06/06......
Signo: Gêmeos, com ascendente em Áries......
Sou: Sou leal......
Amo: A natureza, os animais e minha família.....
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Histórico:
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17/08/2008 a 23/08/2008
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10/08/2008 a 16/08/2008
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03/08/2008 a 09/08/2008
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27/07/2008 a 02/08/2008
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20/07/2008 a 26/07/2008
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13/07/2008 a 19/07/2008
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06/07/2008 a 12/07/2008
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29/06/2008 a 05/07/2008
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15/06/2008 a 21/06/2008
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08/06/2008 a 14/06/2008
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01/06/2008 a 07/06/2008
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25/05/2008 a 31/05/2008
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18/05/2008 a 24/05/2008
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11/05/2008 a 17/05/2008
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04/05/2008 a 10/05/2008
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06/04/2008 a 12/04/2008
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30/03/2008 a 05/04/2008
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23/03/2008 a 29/03/2008
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16/03/2008 a 22/03/2008
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09/03/2008 a 15/03/2008
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02/03/2008 a 08/03/2008
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24/02/2008 a 01/03/2008
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17/02/2008 a 23/02/2008
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10/02/2008 a 16/02/2008
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03/02/2008 a 09/02/2008
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27/01/2008 a 02/02/2008
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20/01/2008 a 26/01/2008
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06/01/2008 a 12/01/2008
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30/12/2007 a 05/01/2008
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23/12/2007 a 29/12/2007
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16/12/2007 a 22/12/2007
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09/12/2007 a 15/12/2007
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02/12/2007 a 08/12/2007
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25/11/2007 a 01/12/2007
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18/11/2007 a 24/11/2007




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Fadas Mouras

LENDA CLÁSSICA
há uma lenda clássica muito conhecida:
a da ama de leite que se encontra com uma
moura em sua cova, a qual lhe pergunta se
se pode entrar e dar de mamar ao seu filho,
em troca de uma recompensa. A mulher
humana aceita e começa a amamentar a
criança por vários dias. Como pagamento
a moura lhe da um monte de cascalhos
(pedrinhas), que aparentemente nada valem.
A mulher agracedeu e no caminho para
casa foi jogando uma a uma as pedrinhas
pelo chão, sobrando apenas algumas ao chegar.
Contudo, quando voltou a olha-las, para seu
desespero, haviam se transformado em ouro.
Rapidamente voltou, pelo mesmo caminho
para tentar recupera-las, mas não encontrou
mais nada. Foi então, até a cova da moura
para pedir-lhe mais cascalho, mas ela
a sentenciou porque havia depreciado
seu presente.
Acredita-se que tanto as mouras castelhanas
como as mouras galegas, possuem origem celta,
a partir da palavra “mahra ou mahr”, com que
designava esse povo pré-hispanico
certos espíritos.
Texto pesquisado e desenvolvido por:


Nossos animais


O Desconhecido
Eu sou um ser desconhecido
Viajante das terras adormecidas
A solidão leva-me por memórias esquecidas
Perco-me por labirintos escuros
Traçado pelo fracasso de uma vida vã
De alma sem amanhã
Ando pela noite do vazio e do silêncio
Eu sou um ser que se perdeu, sem luz,
sem esperança, vagabundo e louco da
vida mais um pouco...
Eu sou um ser do esquecimento,
aprisionado na penúmbra do meu eu profundo
E que agora se deixa morrer, sem morrer , nas
cinzas adormecidas, pelas lágrimas perdidas.
Eu sou um ser desconhecido.
Ser sem nome, ser do esquecimento pela dor,
e pelo sofrimento de uma vida vã...
Onde os segredos habitam na morada do
silêncio e de alma sem amanhã.

Meu Pai e a Carroça

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio
no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e,
depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça. - Isso mesmo,
e de uma carroça vazia... Perguntei-lhe, então:
- Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia
por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa
dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade,
tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo: "Quanto mais
vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.
autor: Desconhecido

Olhos

Sinto os teus olhos fluídos de onde emerge
Uma graça, uma paz, tamanho encanto,
Tão brando e triste, que a minha alma asperge
Em suavíssimos bálsamos de pranto.
Uns olhos tão etéreos, tão profundos,
De tanta e tão sutil delicadeza
Que parecem viver lá n'outros mundos,
Longe da contigência Natureza.
Sinto que a mesma chama nos abraça,
Que um perfume eternal, casto, esquisito,
Circula e vive com divina graça
Dentro do nosso trêmulo infinito.
E tudo quanto me sensibiliza,
Fere, magoa, dilacera, punge,
Tudo no teu olhar se cristaliza,
No teu olhar, no teu olhar que unge
Sinto por ti o mais febril e intenso
Carinho, quase louco, doentio...
Carinho singular, curioso, imenso,
Que deixa na alma um resplendor sombrio.
Livro: Nossos Clássicos - Cruz e Souza
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Soneto de Amor

Quantas vezes, amor, te amei sem ver-te
e talvez sem lembrança,
sem reconhecer teu olhar, sem fitar-te, centaura,
em regiões contrárias, num meio-dia queimante:
era só o aroma dos cereais que amo.
Talvez te vi, te supus ao passar levantando
uma taça em Angola, à luz da lua de junho,
ou eras tu a cintura daquela guitarra que
toquei nas trevas e ressoou como o mar
desmedido.
Te amei sem que eu soubesse, e busquei tua memória,
Nas casas vazias entrei com lanterna a roubar o
teu retrato. Mas eu já não sabia como eras.
De repente enquanto ias comigo te toquei e se
deteve em minha vida: diante de meus olhos estavas,
regendo-me, e reinas.
Como fogueira nos bosques o fogo é teu reino.
livro: Cem Sonetos de Amor - Pablo Neruda
![]()

Selo da Amizade
Recebi este selo da amiga : http:// deise.santana.zip.net
E repasso para os novos amigos:
http://sentimentosdeumapoetisa.zip.net
http://surtandonodiva.blogspot.com
http://memoriasdabruxa.zip.net
www.mariazinhas.blogger.com.br
Que deverão repassar pra mais 6 amigos seus.


Anam Cara
ANAM: é a palavra gaélica para ALMA
CARA: é a palavra para AMIGO
A presença humana...é um sinal visível da graça invisível.
Cada um de nós está fadado e autorizado a ser um artista
interior, que carrega e molda um mundo ímpar.
A amizade é a suavidade que nos libera para abordar,
reconhecer e habitar a aventura de ser um ser sadio, fiel
à nossa vulnerável complexidade e a de manter o nosso
equilíbrio; Mantendo unidos o interior e o exterior, o visível
e o invisível, o conhecido e o desconhecido, o temporal e o
eterno, o antigo e o novo.
A mente celta não era sobrecarregada pelo dualismo. A ima-
ginação celta dá voz à amizade interior que abarca a natureza,
a divindade, o outro mundo e o mundo humano como uma coisa só.
Como artista, a pessoa humana é permanentemente ágil nessa
revelação. A imaginação é a grande amiga do desconhecido.
Incessantemente, ela invoca e liberta o poder da possibilidade.
A amizade, portanto, não deve ser limitada a um relacionamento
exclusivo ou sentimental; ela é a força a um só tempo muito
maior, extensa e intensa.
O entendimento celta da amizade encontra inspiração e culmi-
nância na noção sublime de ANAM CARA que significa: Amigo
da Alma.
Anam Cara era uma pessoa a quem se podia revelar as intimidades
ocultas da própria vida. Essa amizade era um ato de reconhecimento
e ligação estreita. Quando se tinha um Anam Cara, essa amizade
atravessava todas as convenções e categorias. Estava-se unido
de uma forma antiga e eterna com o amigo da própria alma.
Livro: Anam Cara - autor: John O'Donohue
