

Nome: Aparecida Azevedo......
Aniversario: 06/06......
Signo: Gêmeos, com ascendente em Áries......
Sou: Sou leal......
Amo: A natureza, os animais e minha família.....
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Histórico:
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Planeta Azul

Obras de Poeta

Os passarinhos enfeitam, os jardins e as florestas
São iguais as melodias, vivem n´alma dos poetas
Qualquer tipo de canção, sertaneja ou popular
Serve de inspiração, como tema ou pra rimar
O construtor da floresta, faz seu prédio na paineira
E o maestro sabiá, faz seu show na laranjeira
Na copada de um pinheiro, canta alegre o bem-te-vi
À tarde na capoeira, canta triste a juriti.
Quando ouço um disparo. de espingarda tenho dó
Por saber que na palhada, está morrendo o xororó
Quando o gavião malvado, vem chegando de mansinho
Atacando sem piedade, deixa viúvo o canarinho
No pomar a vida passa, as mais variadas flores
Num constante vaivém, dos pequenos beija-flores
No moinho o tico-tico, enche o papo de fubá
E a pombinha mensageira, foi pra nunca mais voltar
Composição: Vitau/Chico Lau


Pégasus

Hoje é o primeiro dia do blog e eu gostaria de compor uma redação
com coisas belas, mas fica só o desejo... porque para compor coisas
belas, simples, daquelas que falam ao coração, me falta algo que é
certo; não sou poeta, não tenho inspiração.
Contarei um "causo" sobre o cavalo alado, pois que ele fez e ainda faz
parte das minhas noite de sono, dos sonhos infantis.
Leia o que vou contar. Mas não diga que vou mentir, pois eu conto de
forma exata tudo o que vivi e por muitos anos me fez sentir
enlouquecida. A verdade a conteceu desse jeito que vou contar .
Ainda criança, em meio a desesperança, que por forças maiores
me fez sentir a solidão e o abandono, que na cabeça de uma
criança de 5 anos de idade, havia sido abandonada, ou era como
se fôsse. Á noite sempre chorava a falta dos meus pais; conheci
dessa forma em meio as brumas etéreas do universo, o Cavalo
Branco com Asas, ainda não tinha noção do que era real ou
imaginário. Mas com ele convidando-me a montar em seu dorso
alado lá ia eu a galopar ao vento da noite... e voava... e voava
com a velocidade dos pensamentos ...o Cavalo Branco com Asas
sempre me trazia de volta ao amanhecer. Com ele convivi por
muitas noites e muitos anos, sem contar a ninguem, com receio
da loucura ou do que poderiam julgar com essa experiência pela
qual eu passava... em silêncio. Mas continuava a galopar no tempo,
no vento, e no som do planeta girando ao redor do sol e com ele ia
também os meus sonhos, minhas fantasias em meio às eternas
brumas etéreas do universo, onde me mantinha ao dorso do
divino portento alado... vou e volto com ele ao lar, ginete do vento,
o cavalo alado vê que Cronos aponta a eterna ampulheta.
Esta é a verdade, mas tens o direito de não crer no que contei...
Sim, voei no cavalo branco com asas, fui trazida de volta e
acordo sempre... Podes dizer que não acredita no que escrevi
mas, em nome dos deuses, não poderás dizer que menti.

